As atividades estão listadas na tabela abaixo. Os releases de cada oficina estão após a tabela. Caso você tenha alguma dúvida sobre os temas, horários ou locais, poderá se informar durante a inscrição no balcão do todo no ceubinho.


quinta, 14 de abril
8h
9h
10h
12h
    mostra musical
13h
14h
15h
    mesa redonda sustentabilidade e preservação: as influências da cultura na conservação da natureza
  • José Luiz de A. Franco
  • Jacaré
  • Ipoema

  • oficina discotecagem, Atitude Jovem
16h
17h
    mesa redonda o que é política cultural?
  • Zé Regino
  • Chico Simões
  • Nilson Rodrigues
18h
    mostra musical
19h palestra arte de interface, Eros Trovador

oficina esqueleto enquanto representação, Eduardo Belga
21h apresentação cênica o homem cadente


sexta, 15 de abril
8h
9h
10h
12h
    aula da inquietação

    mostra musical Jacob and Friends e Radical Stereo
14h
15h
    PALESTRA Golden Grids com Victor Guerra

    MESA REDONDA sobreviventes da 29ª Bienal de São Paulo, equipe bienal de São Paulo
  • Felipe Kaizer
  • Valéria Prates
  • Carolina Barmell
16h
17h
    mesa redonda direitos autorais: debates contemporâneos
  • Ariel Foina
  • Paulo Rená
18h
    mostra de vídeo
    mostra musical Yew Tree
19h palestra ideafixa: amor, arte e pessoas, Janara Lopes
21h apresentação cênica o homem cadente


sábado, 16 de abril
08h
10h
    PALESTRA Convergência Digital e Produção Cultural na Comunicação Comunitária com Mestre Batista
14h
17h
    festa! de encerramento - todo & finca


OFICINAS

1) Artesanato com reciclagem de pet

Sonia Francisca dos Santos

A oficina de PET desenvolve atividades pratica com reciclagem de PET e cartão telefônico criando peças e acessórios diversificados que são comercializados em feiras ou por encomendas gerando renda para mulheres da comunidade.

Sonia Francisca dos Santos é artesã certificada pela Secretaria do Trabalho/GDF. Trabalha com reciclagem de PET há 10 anos. No momento é instrutora desta atividade na Associação Mãos Que Criam na Estrutural. Já ministrou oficinas de reciclagem de PET em vários órgãos do Governo local e Federal inclusive, no Tribunal de Justiça e em Escolas da Rede Pública de Ensino.


2) Sim, eles voltam! Desmistificando o bumerangue

Daniel Mendes Galvão

O bumerangue não é algo mágico e sim uma evolução natural do ato de jogar paus e pedras. É um objeto comum na história de inúmeras civilizações, dos antigos povos europeus, dos egípcios e como todos sabemos, dos aborígenes australianos. Foi um simples pedaço de madeira esculpida, hoje pode ser um hobby, um esporte e até arte.

Cada aluno aprende um pouco da história e os princípios básicos para que isso ocorra. Depois todos constroem seus próprios modelos e os customizam (tragam materiais de sua preferência, como sprays, tintas e marcadores). E por fim o tira teima, o vôo inaugural. E o mais importante, é que sim, eles voltam!

Daniel Mendes Galvão é formado em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília (2008) em Projeto de produto. Constrói seus próprios bumerangues desde 2004, sempre se interessando em aproximá-lo a um design mais atual e criativo. Já ministrou a oficina diversas vezes: 2006 - Ndesign Brasília, 2006 - Rdesign BH, Semana de design e arquitetura da UnB - 2007, NDesign Florianópolis - 2007 e na Semana de design da UnB - 2010.


3) Oficina de ilustração de moda

Bárbara Kramer

A oficina pretende atender a pessoas que se interessam por moda, desenho e criação de moda em geral. Vamos aprender a fazer ilustrações de moda usando marcadores coloridos e lápis de cor. O desenho é a linguagem que permite que idéias visuais possam ser comunicadas para os outros. No desenho de moda, idéias de roupas que só existem na cabeça de seus criadores, podem ser expressas a fim de fazer com que as idéias se tornem roupas reais. Esta oficina é dedicada a expressar de forma clara, elegante e realista idéias que estão para sair do papel.

Com fortes influências de Arturo Elena e Milo Manara, Bárbara Kramer acumula experimentações em desenho e criação em moda desde sua adolescência e chega ao TODO visando acolher participantes que de alguma forma vincularam seu trabalho artístico à moda de maneira instintiva, não tendo formação específica na área. A oficiante é graduada no Instituto Europeu de Design, de São Paulo. Sua coleção final de curso foi baseada no filme Horizonte Perdido, de James Hilton, originando Shangri-Lá, que pode ser visualizado pelos interessados na oficina em flickr.com/barbarakramer


4) Poesia hipertextual

Eros Trovador

A Poesia Hipertextual tem se apresentado como novo gênero literário, decorrente do diálogo da Literatura com as novas tecnologias digitais, no contexto da Cibercultura. O gênero se apropria do recurso de hipertexto costurando sentidos entre palavras, páginas e sites, usando o hiperlink como elemento poético, ampliando, assim, o sentido poético de cada obra. O debate sobre a influência da Cibercultura ainda é tímido. No caso do gênero Poesia Hipertextual, existem recursos de fácil acesso aos poetas que ainda são pouco explorados. A oficina ampliará o debate sobre Arte e Cibercultura e disseminará um novo modo de escrever poesia.

Eros Trovador é sócio-fundador do Coletivo Palavra, coletivo de Arte de Interface que explora em sua produção a multimídia, o hipertexto e a colaboração. É um dos pioneiros do gênero Poesia Hipertextual no Brasil, tendo publicado, em 2008, o Álbum Palavra (www.albumpalavra.com.br), site organizado a partir da exploração desse novo gênero literário e que subsidiou a fundação do Coletivo Palavra.

Eros Trovador também é pedagogo formado pela UnB, atuando na área de Pedagogia Empresarial. Seu trabalho educativo sempre dialogou com as novas tecnologias, passando pelo desenvolvimento de plataforma hipertextual de educação, metodologia de tutoriais web e desenvolvimento, tutoria e acompanhamento de cursos à distância.


5) Dúvidas sobre projeto e política

Felipe Kaizer

Oficina de especulação teórica sobre a suposta dimensão política da atividade de projeto e seus limites. O objetivo é apresentar algumas estruturas argumentativas sobre a dimensão política do design, demonstrar seus limites, e propor a ideia de uma política própria à atividade de projetar.

Felipe Kaizer graduou-se como designer gráfico em 2006 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro defendendo a monografia "Design Ex Machina" – um estudo da atividade de projeto em embate com os conceitos de 'ação' e 'política' proposto por Hannah Arendt (1906–1975). Desde então mantém de forma amadora e intermitente seus estudos em filosofia, teoria política e teoria do design. É o autor de um artigo intitulado "Beyond the Ability to Respond" (em designphilosophypolitics.com e www.icograda.org). Compõe atualmente a equipe de Comunicação da Bienal de São Paulo.


6) Narrativa em histórias em quadrinhos

Luiz Felipe Oliveira Champloni

Hoje em dia, o principal contato das pessoas com a arte seqüencial se dá pelas histórias em quadrinho, cujos temas e traços são dos mais variados. Uma indústria de HQs (Histórias em Quadrinhos) se consolidou nos Estados Unidos no início do século passado e foi responsável por inserir no imaginário coletivo figuras como o Superman, Batman e Homem-Aranha e disseminar essa arte no resto do planeta. Analisar a produção de HQs de um país é uma experiência sem igual para absorver sua cultura e peculiaridades. E o mais importante: é um meio de entretenimento infinitamente mais barato de se produzir e aberto a novas possibilidades que música, cinema e televisão.

Luiz Felipe Champloni trabalha com quadrinhos há 17 anos e desde então consumiu uma quantidade enorme de revistas dos mais variados gêneros e se aventurou a produzir várias revistas durante as aulas. É apaixonado pela DC Comics e restaura gibis antigos referentes à passagem de Jack Kirby por esta editora.


7) Stopmotion

Pupila Audiovisual

Oficina de stop motion ministrada pela Empresa Júnior Pupila Audiovisual, da Faculdade de Comunicação. A técnica – stop motion – consiste em uma animação feita a partir de fotografias que correspondem a cada quadro do filme.

A Pupila Audiovisual é uma das empresas juniores da Faculdade de Comunicação da UnB.


8) Oficina básica de estêncil

Arthur Vilela Santos

É uma oficina básica de estêncil onde serão mostrados trabalhos de artista precursores do movimento de arte de rua, bem como cenas de filmes. Os inscritos aprenderão preparar as imagens a serem usadas no stêncil com folhas de acetato.

Aluno de graduação de Arquitetura e Urbanismo na UnB. Por curiosidade começou a trabalhar com estêncil e já acumula dois anos de experiência, incluindo outros materiais como papelão, papel paraná, folha de acetato e radiografias.


9) Rádio web

Luana Spinillo Poroca

Apresentação de conceitos importantes de rádio e como produzir uma rádio web, incluindo os tipos de conteúdos que podem ser veiculados, como gravar e transmitir online e quais as funções dentro de uma rádio.

Experimentação de performance de locução, sonoplastia, criação de ambiente sonoro, apreciação de produções ComCom e noções de podcast x rádio streaming.

Produção de rádio, formação de equipe e gravação final.


10) Para ser/estar o todo: percebendo o corpo e gerando imagens

Giselle Rodrigues

A oficina irá contar com participantes fotógrafos, videomakers, pintores, escritores, músicos, e demais artistas cujas competências e ferramentas de trabalho que possam ser usadas nas investigações da oficina. É interessante, portanto, que o particicpnate leve sua ferramenta de trabalho à oficina. Através da percepção de estímulos corporais os participantes irão se utilizar de suas linguagens artísticas, e as respectivas ferramentas, para produzir material que vincule o 'Eu no todo' e o 'Todo em mim'. Ao final da oficina, o grupo apreciará o resultado encontrado, e poderá refletir sobre as investigações acerca dessas imagens produzidas no encontro de ‘Harmonias para o Todo’. Os participantes também deverão usar roupas leves e confortáveis para atividade física.

Giselle Rodrigues é diretora e coreógrafa, Mestre em Arte Contemporânea e professora do departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, atuou como dançarina e coreógrafa do grupo Endança por 16 anos (companhia de dança contemporânea). Participou de diversos festivais na Alemanha, Portugal, Suíça, Espanha, EUA.

Tendo estudado coreografia na London Contemporary Dance School at The Place (Inglaterra-1997/98) e atua como coreógrafa desde 1985, tendo trabalhos apresentados no Brasil e exterior merecendo crítica elogiosa no New York Times pelo melhor espetáculo de dança do ano de 1991, realizado em parceria com Luiz Mendonça e Márcia Duarte.

Coordenou projetos de fomento à dança e produção de eventos com propostas de cursos de formação de dançarinos em Brasília, como Zona – Z, Espaço Vivo da Dança (1996/96), Dança em Perspectiva (2001), Laboratório Corpo Criativo (2009) dentre outros.

Atualmente atua em parceria com a professora doutora Márcia Duarte e Marcus Mota no projeto de extensão Laboratório Mover do departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília e é orientadora e colaboradora do Laboratório de Performance Teatro do Vazio sob a coordenação da professora Simone Reis, além de dirigir a companhia Basirah de dança contemporânea.


11) Uncool

Grande Circular

A proposta da oficina é despertar o aluno para observar padrões - estéticos pouco convencionais, utilizando elementos e condições predeterminados para chegar a resultados inesperados e com estética duvidosa.

Fundado em 2010, o Grande Circular é um escritório de design com sede em Brasília. Formado por 8 amigos que se conheceram no curso de Desenho Industrial da UnB, o escritório tem ênfase em editorial, identidade visual e ilustração.


12) Letrismo

Victor Papaleo

Pequeno histórico da escrita e evolução dos alfabetos, diferenças entre Letrismo, Tipografia e Caligrafia seguido de prática do Letrismo, com orientação.

Graduado em Desenho Industrial pela Universidade de Brasília, trabalha com design gráfico há alguns anos. Nos seus trabalhos de Identidade Visual, diagramação e ilustração sempre procura criar desenhos customizados de letras para torná-los únicos. Atualmente, trabalha no escritório de design Grande Circular.


13) Introdução aos estudos gambiológicos iii

Fred Paulino e Lucas Mafra

Gambiologia [gambiologia.net] sf 1 Eletrôn Ciência da Gambiarra. 2 Pesquisa sobre práticas de improviso e adaptações de objetos na cultura popular. sm 3 Coletivo artístico de Belo Horizonte que realiza obras artísticas irreverentes relacionando gambiarras cotidianas com tecnologia analógica e digital. Os artefatos criados podem ser reconhecidos como eletrônicos, esculturas ou objetos decorativos.

Oficina prática direcionada a artistas, designers, desocupados criativos e demais interessados na teoria gambiológica. Serão desenvolvidos objetos de iluminação, utilitários, peças decorativas e toys (interativos ou não) a partir de materiais reciclados, utilizando LEDs, mini circuitos de som, eletrônicos e muita improvisação.

Fred Paulino é artista visual e designer, formado em Ciência da Computação (UFMG) e pós-graduado em Arte Contemporânea na Escola Guignard (UEMG). Realiza obras em mídias diversas, desde experimentações gráficas, vídeo e intervenções urbanas até eletrônica e programação de sistemas. Foi diretor criativo do Estúdio Osso e um dos fundadores do Coletivo Mosquito. É colaborador do Graffiti Research Lab (EUA) e coordenador do seu núcleo brasileiro, o GRL-BR.

Lucas Mafra é designer de produto pela universidade FUMEC. É hobbysta e autodidata em eletrônica há mais de quinze anos. Projeta, desenha e constrói produtos eletrônicos e luminárias a partir de materiais reciclados, e possui ampla experiencia na utilização de LED’s e em circuit bending. É colaborador do Graffiti Research Lab Brasil.


14) Roteiro técnico e linguagem cinematográfica

Rafael de Gois Netto e Maurício Campos Pereira

A oficina irá apresentar noções técnicas importantes, para que sejam compreendidos processos fundamentais na produção de filmes. Através da transmissão de técnicas sobre como se produz o roteiro para cinema, a oficina tem por fim introduzir os participantes à linguagem cinematográfica e ao formato de roteiro (técnico) utilizado no cinema.


15) Tatuagem de cadeia: visualidade marginal e seus desdobramentos

Taiom Almeida da Silva

Apresentação teórica e pratica, sobre estórias, significados e técnicas desenvolvidas nas tatuagens carcerárias, baseada nas pesquisas desenvolvidas ao longo de dois anos que resultaram no Trabalho de Conclusão de Curso do oficiante.

Taiom Almeida da Silva é tatuador há 7 anos e já participou de convenções em Goiânia, Natal, Uberlândia, Bahia, São Paulo e Curitiba, e agora recém-formado como Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, onde apresentou o trabalho de conclusão de curso sob o título: TATUAGEM HUMANA PIXAÇÃO URBANA.

Em dezembro de 2010, realizou um workshop sobre tatuagem de cadeia em um encontro de tatuadores promovido por um blog em Curitiba. Em janeiro de 2011 apresentou sua pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES) no Instituto de Ciências da Arte da Universidade Federal do Pará (ICA-UFPA). Parte do conteúdo das pesquisas está disponível no endereço taiom.blogspot.com


16) Canto: comunicação e expressão

Valéria Braga

A oficina consiste em trabalhar o canto em grupo com repertório popular, abrangendo todos os parâmetros que envolvem o bom uso da voz como respiração, intensidade, ressonância, altura, articulação e a relação corpo/voz, voz em movimento e coordenação.

“A abundância de meios técnicos permite ao coração se expressar livremente.” (Rachmaninov)

Valéria Braga é cantora, educadora musical, atriz, preparadora vocal de atores e professora de Canto Popular na UFSJ – Universidade Federal de São João Del Rei. Graduada em Educação Artística com habilitação em Música pela UEMG, canta no Grupo NÓS & VOZ desde a sua formação. Iniciou seus estudos em música na Fundação de Educação Artística, onde cursou musicalização, harmonia, contraponto e técnica vocal.

Foi coordenadora na área de música do Programa “Agente Jovem” da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, de 2004 a 2006; professora do Projeto “Música na Escola”, realizado em 1997 e 1998 pela Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais; professora de canto do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical; de Voz na Oficina de Teatro da PUC Minas, Cia Clara de Teatro e Galpão Cine Horto; regente dos corais da MBR, FIAT e da Babaya Escola de Canto e, atualmente, rege o Coral do Banco Santander.


17) Simulação ambiental urbana (sau)

Caio Frederico e Silva

A Oficina de Simulação Ambiental Urbana (SAU) tem a finalidade de apresentar ou exercitar a modelagem tridimensional de microclimas urbanos aplicado à projetos de urbanismo. Para isso, será utilizado o software gratuito ENVI-met, que é um modelo tridimensional que simula o microclima urbano. Ele proporciona interações entre superfície, vegetação e atmosfera, calculando balanço de energia, por meio das variáveis: radiação, reflexão, sombreamento de edifícios e vegetação, fluxo do ar, temperatura, umidade, turbulência local e sua taxa de dissipação e suas trocas de água e calor dentro do solo. O programa já é amplamente utilizado nas pesquisas do LaSUS.

Caio Frederico e Silva é Arquiteto e Urbanista formado na Universidade Federal do Piauí (2006), Especialista em Reabilitação Ambiental Arquitetônica e Urbanística (FAUnB, 2007) com monografia sobre Simulação Aplicada ao Projeto Urbano, Mestre (FAUnB, 2007), Doutorado Sanduíche em Ambiente e Energia na Universitat Politectina de Catalunya, Barcelona (UPC, 2011). Doutorando e professor do Departamento de Tecnologia da FAUnB. Desenvolve pesquisas na área de Simulação Computacional, Urbanismo Sustentável e Eficiência Energética. Coordenou e ministrou curso de Extensão na FAU UnB em 2009 sobre Simulação Computacional aplicada à Análise Urbana e atualmente ministra junto a FAU as disciplinas de Conforto Térmico Ambiental, Estudos Ambientais – Bioclimatismo e Projeto Ambiental Integrado.


18) Ópera: onde as artes sem encontram

Mário Lima Brasil

Apresentação teórica e crítica sobre a Ópera e a relevência de cada linguagem artística para a produção de um espetáculo. Análise dos aspectos que compõe a ópera tendo como exemplo o espetáculo “Aquiry, a luta de um povo” com presença do autor e do produtor. Apreciação de trechos de ópera ilustrando a apresentação e debate sobre a oficina.

Mário Lima Brasil possui graduação em Música pela Universidade de Brasília (1985), mestrado em Música pela Universidade de Música e Artes de Tóquio (1992) e doutorado em Ciências da Comunicação/Artes/Música pela Universidade de São Paulo (2000). Atualmente é professor Adjunto III da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Composição Musical, atuando principalmente nos seguintes temas: música afro-brasileira na amazônia, composição musical, etnomusicologia, educação musical e inclusão musical.


19) Diário gráfico

Daniel Silva Lopes e Hugo Vaz Aragão Carneiro

Confecção de um caderno/diário personalizado: voltada principalmente para artistas, ilustradores e designers, a oficina apresenta técnicas para confecção de sketchbooks, que visam provocar a criatividade e estimular a prática de seu usuário. Experimentação de linguagens e técnicas diversas e a fuga do lugar-comum, proporcionando aos participantes uma interação maior entre possibilidades de várias áreas.

Daniel Lopes é estudante do 8º semestre de Artes Plásticas da UnB. Trabalha com ilustração e coordena o grupo de estudos de modelo vivo da UnB. É membro ativo do Centro Acadêmico de Artes Visuais, participando da realização de diversos workshops e mostras estudantis.

Hugo Vaz é estudante de Desenho Industrial da UnB. Trabalha com programação visual, ilustração, concept ar. Faz parte do grupo de ilustradores Garatuja e também do Behold Studios, estúdio de desenvolvimento de jogos eletrônicos para diversas plataformas.


20) Foco: valorização da fotografia tangível

Bruno Bernardes

Sensibilização dos participantes em relação ao trabalho fotográfico, buscando a compreensão da dinâmica desta atividade, bem como a importância da colaboração no processo criativo. O grupo de inscritos ficará livre para fotografar utilizando a técnica e equipamentos que preferirem. Buscando incutir a necessidade da colaboração neste processo, os inscritos serão estimulados a avaliar os trabalhos um dos outros, o que auxilia, por meio do grupo, o crescimento pessoal de cada indivíduo nesta área.

Mestre em desenvolvimento sustentável pela Universidade de Brasília, Bruno Bernardes é fotógrafo interessado em culturas e fotografia fine art. Sócio fundador da galeria Ponto – que tem como missão o resgate da fotografia como obra tocável e disponível para a apreciação e enlevo – e da associação sem fins lucrativos Catalytica Investimento & Inovação Social.


21) Direção em cinema

Thiago Moysés

Após o estudo do roteiro de cinema através da compreensão das estruturas narrativas e da jornada do herói, busca-se o entendimento das várias facetas da direção em cinema. Desta maneira, há em instâncias teórico-práticas, o estudo do seqüenciamento de cenas, do estabelecimento do foco dramático, do uso dos jogos de luz e sombra, do processo de orientação de atores, bem como diversas outras instâncias que compõem o fazer de um diretor de cinema.

Thiago é formado em cinema pela UnB. Trabalhou em diversos curtas durante sua formação. Dentre eles estão: Fobia, Espiral e Centelha. Thiago também é diretor e animador do curta de animação KCRisis, exibido no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Entre 2004 e 2010 ministrou cursos básicos de cinema e oficinas de produção pela Movimento Produções. Atua como roteirista, montador, desenhista de som, diretor de fotografia, animador, desenhista de efeitos visuais, produtor e diretor.


22) Percussão corporal, um apelo musical ao corpo

Diogo Cerrado

A proposta é trabalhar, através de diferentes ritmos, o elemento primordial a uma experiência em coletivo: o uso do corpo através da música. O intercâmbio proposto na oficina faz com que o trabalho afete os mais diversificados públicos. O trabalho propõe dinâmicas para a elaboração de uma orquestra de timbres “tirados do corpo”, na busca da aquisição e desenvolvimento da percepção rítmica dos participantes.

Diogo Cerrado desenvolveu e coordenou projetos artísticos por meio do Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA/UNE – promovendo oficinas, palestras e manifestações culturais. Entre as palestras ministradas na UnB, está a de Percussão Corporal. Em 2007, iniciou suas atividades musicais no teatro como compositor, arranjador e intérprete, integrando espetáculo como o De Paetês do grupo Trupe de Argonautas. Desde então vem participando de trabalhos na área teatral como músico e ator. Atualmente, integra a banda “Le Cabaret En Scène” juntamente com Diogo Vanelli, Lucas Ferrari e Matheus Ferrari onde em releitura de músicas de bordéis típicos da belle époque propõem uma performance irreverente com música para todos os gostos.


23) Formas animadas – teatro e animação clássica

LATA

Iniciação às Formas Animadas através do estudo de seu panorama histórico e da experimentação de técnicas de animação. Entre as técnicas a serem estudadas estão as de animação clássica e animação de objetos e bonecos.

O LATA é um projeto de extensão de ação continua (PEAC) da UnB coordenado pela professora doutora do departamento de artes cênicas Izabela Brochado. O projeto existe desde 2001 e busca ser um espaço para a pesquisa de linguagem do teatro de animação e transmissão desse conhecimento para a comunidade externa da UnB.


24) Composição expressiva

Alice de Holanda

Busca-se a ampliação das noções espaciais entre o indivíduo e o espaço, entre o individuo e o grupo e entre este e o espaço. A oficina vai em direção à potencialização do controle corporal, de forma a abrir a possibilidade de uma auto-observação que viabilize a experimentação de movimentos antes desconhecidos ou inexplorados.

Alice de Holanda é Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Faz parte de um projeto de pesquisa que tem por objetivo a criação de um espetáculo teatral em parceria com Marley Oliveira. Trabalha também junto com o grupo Sutil Ato, também de Brasília, na montagem da peça Terra de Vento, contemplada pela FUNARTE no programa de Bolsas de Estímulo à Criação Artística.


25) Oficina básica de gravura

Bruno Ribeiro Matos

Ensino de técnicas fundamentais e noções gerais de gravura. Haverá a reflexão e exercício do meio expressivo através da técnica de Monotipia, Kamihanga e Linóleo. Além de exercer a prática artística, o participante terá um espaço de discussão e apreciação do material produzido ao longo da oficina.

Bruno Ribeiro Matos é graduando de licenciatura em Artes Visuais, estando no 8º semestre do curso do Instituto de Artes da UnB. Vem pesquisando inserções de Artes Visuais e abordagens em Arte-Educação, propondo atividades que ampliem o universo do educando para o respeito ao ser humano, à sua capacidade de criar, levando-o a encontrar na arte formas de se realizar e expressar o conhecimento de si mesmo com ser atuante em busca da liberdade. “O encontro da liberdade individual, no ato de criar, levará o homem a um novo humanismo fundamentado na paz”, diz Bruno.


26) Experimentação corporal

Bruno Lehx

A oficina Experimentação Corporal é um despertar do corpo para o extra-cotidiano. A base da oficina será pautada no método utilizado pela bailarina e coreógrafa alemã Pina Bausch. Através de frases e/ou perguntas relativas ao eu individual e a repetição de movimentos, os participantes da oficina serão levados a um diálogo com seu próprio corpo, emoções e memórias pessoais. Caso os participantes desejem a oficina culminará em uma intervenção urbana como expressão das experiências vivenciadas.

Bruno Lehx é ator e performer, aluno do curso de Artes Cênicas e bolsista do Projeto de Pesquisa CDPDan (Coletivo de Documentação e Pesquisa em Dança Eros Volúsia) do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. No Projeto, é coordenado pela professora-fundadora do núcleo Soraia Maria Silva. É membro do grupo Teatro do Sim onde atuou em Abstrato?! O Que é Isso?! e Manual Prático para Sacudir o Esqueleto, dois trabalhos relacionados a Dança Performática.


27) Eu e o outro: relatos pessoais e performance

LPTV - Laboratório de Performance e Teatro do Vazio

"Existem pessoas capacitadas e outras incapacitadas para criar?", foi que o grupo optou pela elaboração de uma oficina, em que o único pré-requisito é: ser um não-ator. Diferente de uma oficina teatral para iniciantes, e acreditando na filosofia do importante artista alemão Joseph Beuys de que “Toda pessoa é um artista”, que sugere uma democratização artística sem desconsiderar as habilidades pessoais de cada pessoa, trabalha-se com uma teatralidade onde a presença é mais significativa que a representação.

O LPTV é um coletivo artístico que pesquisa o teatro contemporâneo, a performance e suas relações com outras áreas do conhecimento. Foi criado em 2010 por alunos e professores do departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília. O intuito era aprofundar um processo criativo iniciado em sala de aula pela professora Doutora Simone Reis. O Foco da pesquisa deste projeto de extensão é a ultrapassagem dos limites do teatro, de maneira a navegar entre a Perfomance e o Teatro Pós-Dramático.


28) Desenho dinâmico do corpo

Luiz Henrique Veras Neves

Esse curso busca, a partir da demonstração aos alunos de como o corpo humano é um símbolo versátil e ainda de ampla utilização na arte contemporânea, levá-los a prática do desenho de modelo vivo. Nessa oficina, busca-se o treino de desenho rápido, enfatizando-se as curvas de expressão do corpo humano.

Luiz Veras é bacharel e licenciado pela Universidade de Brasília e membro da AICOOB (Associação de Ilustradores Científicos do Centro-Oeste Brasileiro). Trabalha há quatro anos com ilustração científica e já atuou nas áreas da medicina, veterinária e biologia, tendo trabalhos expostos em importantes exibições, como na 3ª Exposição Nacional de Ilustradores Científicos, e publicados em revistas como a Biota Neotrópica. Atualmente atua como professor e ilustrador científico.


29) Oficina básica de aquarela

Luiz Henrique Veras Neves

A aquarela é uma técnica milenar, onde os pigmentos encontram-se dissolvidos ou suspensos em água. A oficina visa resgatar o uso da aquarela para trabalhos artísticos contemporâneos, introduzindo os participantes à técnica de aquarela. Desta forma, serão trabalhadas as técnicas de: mistura de cores e aplicação da aquarela, realismo e degrades e Dry Brush.

Luiz Veras é bacharel e licenciado pela Universidade de Brasília e membro da AICOOB (Associação de Ilustradores Científicos do Centro-Oeste Brasileiro). Trabalha há quatro anos com ilustração científica e já atuou nas áreas da medicina, veterinária e biologia, tendo trabalhos expostos em importantes exibições, como na 3ª Exposição Nacional de Ilustradores Científicos, e publicados em revistas como a Biota Neotrópica. Atualmente atua como professor e ilustrador científico.


30) Oficina de infláveis

Thiago Barbosa

A oficina de infláveis consiste mostrar aos participantes uma nova forma de fazer cenografia e arquitetura. A oficina é composta por uma parte teórica onde eu apresento o que é o inflável e uma parte prática que consiste em fazer o inflável.

Graduando do 10° semestre da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB. Compôs a gestão 2007/2008 do Centro Acadêmico de Artes Cênicas e a Comissão Organizadora do ELEA Brasília. Na festa da Arquitetura da UnB de 2009 implementou essa estrutura inflável na cenografia. Já mistrou essa oficina em alguns encontros de arquitetura, como o EREA Palmas (Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura), ENEA BH (Encontro Nacional) e ENEA Uberlândia.


31) Encadernação artesanal: técnica de ponto longo

Renata Cristina Queiroz Rinaldi e Cibele Brogio Soler de Andrade

Introdução a variadas técnicas de encadernação, de maneira que ao decorrer da oficina se especifique na técnica de Ponto Longo, possibilitando aos alunos a confecção de um caderno próprio.

Renata Rinaldi é graduanda em Artes Visuais, pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU juntamente com o curso de Comunicação Social - habilitação em Design Gráfico na Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação - ESAMC. Atualmente participa do programa Andifes/Santander de mobilidade acadêmica na Universidade de Brasília – UNB. Atua como bolsista no Laboratório Experimental de Materiais Expressivos – LEME na UNB em pesquisa e produção de papel. Atualmente estuda técnicas de encadernação e criação de livro – objetos e livro de artista. Cibele Andrade é graduanda do Curso de Artes Plásticas pela Universidade de Brasília na UNB, é autodidata nas diversas técnicas de produção artesanal de livros e volumes encadernados.


32) Briefing(1) / Interpretação e representação de textos(2)

Santiago Mourão - Estúdio Ilustrativa

(1) O briefing, a tarefa designada a cada ilustrador (ou qualquer outro profissional terceirizado), pode ser um presente ou um castigo. Trazendo experiências reais de anos de trabalho como ilustradores profissionais, o estúdio Ilustrativa mostra exatamente onde que, em variados jobs de ilustração, a vaca foi pro brejo, e que papel o famigerado briefing teve na confusão. A oficina tem como objetivo trabalhar a interpretação de diferentes briefings, seus problemas e soluções, com jogos, exercícios práticos e, principalmente, a sinceridade de quem já foi vítima de briefings problemáticos e viveu para contar a história.

(2) A partir de textos retirados de revistas e jornais, os participantes serão desafiados a representar visualmente essas notícias como se fossem os ilustradores contratados pelas editoras. Tudo acontece de modo bem semelhante ao praticado no mercado editorial, simulando a relação editor/ilustrador. No final, mostraremos as ilustrações que foram publicadas com os respectivos textos, dando início a um debate sobre o processo criativo e uma reflexão comparativa com as ilustrações originais.

Meio ilustrador, meio administrador e um tanto megalomaníaco. Estudou música por toda a adolescência, mas se formou em Artes Plásticas pela UNB. Trabalhou como montador freelancer de exposições, coordenador de montagens expositivas na Câmara dos Deputados por alguns anos e agora se dedica à Ilustrativa.


33) Arte 2d para jogos

Hugo Vaz e Antonio Rafael Hofmann Gatti Martins

A indústria de jogos atualmente se destaca igualmente à indústria de cinema e no Brasil seu crescimento é evidenciado pela quantidade de novas empresas da área, pelos cursos acadêmicos e especializações, direcionamento das empresas estrangeiras ao público brasileiro e pela nacionalização da produção. Existe demanda de artistas e procuramos trazer tal tema à tona. A oficina propõe uma discussão acerca da participação de artistas visuais na indústria de jogos e apresentação prática de métodos e técnicas utilizadas na criação de conteúdo usado em jogos 2D.

Hugo Vaz é estudante de Programação Visual na Universidade de Brasília, onde cursa o 9º semestre de sua graduação. O estudante vem se especializando em animação, ilustração e modelagem 3D. Além de investigar o tema academicamente, Hugo Vaz acumula dois anos de experiência na área de jogos por meio do trabalho que exerce na Behold Estúdios.

Rafael Gatti é estudante de programação visual e projeto de produto na Universidade de Brasília, em seu 10º semestre da graduação de Desenho Industrial. Participa a 2 anos do grupo de desenvolvimento de jogos da UnB (UnBGameDev), onde atualmente atua como um de seus organizadores, além de auxiliar projetos e membros em game art. Tem experiência em ilustração, animação e modelagem 3D.


34) Esqueleto enquanto representação

Eduardo Belga – Estúdio Ilustrativa

A oficina trata introdutoriamente das diferentes formas de representação do esqueleto nas artes visuais e ilustrações. Nos primeiros momentos será mostrado uma sessão de imagens de artistas que trabalham com o tema. Logo após haverá uma demonstração de desenho com o material proposto e em seguida os participantes experimentarão na prática o desenho do esqueleto.

A minha tarefa é a do desenho: estudo, exponho, ilustro e ensino. Faço mestrado em artes na UnB, Pesquiso e produzo imagens de mal gosto (o meu mal com ‘L’ mesmo). Tenho trabalhado com ilustração desde 2001, sempre na confortável companhia de meus amigos da Ilustrativa. Fui encarregado das disciplinas de desenho no Instituto de Artes da UnB de 2005 a 2007, hoje dou suporte nessas aulas como bolsista do mestrado.


35) Afro – marcações

Organização Cultural e Ambiental Tambores do Paranoá – Tamnoá

Serão abordados nesta oficina os ritmos percussivos, com ênfase no Maracatu de Baque Virado, aliado a re-significação de elementos de outros ritmos tais como: o axé, o hip hop, funk, samba, baião e samba-reggae. A oficina de percussão estimula a musicalidade e possibilita um trabalho corporal e vocal, valorizando os potenciais que existe em cada um. Através do lúdico e de repertório pré- estabelecido, abre-se caminho para criação musical livre, onde os praticantes da oficina poderão experimentar as possibilidades sonoras criadas por eles mesmos. Desenvolve habilidades e capacidades de percepção e utilização dos elementos da linguagem musical (som, timbre, textura, dinâmica, postura e forma) em processos pessoais e grupais de improvisação, composição e interpretação, respeitando a produção própria e a dos colegas.

O Tamnoá é um grupo de maracatu de baque virado e samba de coco formado por jovens e adultos das cidades do Paranoá e Itapoã – DF. Nasceu no ano de 2001 por iniciativa de um trabalho voluntário cultural e educacional realizado pela Organização Cultural e Ambiental Tambores do Paranoá, tem como proposta: o resgate da cultura afro brasileira com raízes em Pernambuco através do maracatu, samba de coco e ciranda.


36) Marmitex: o som que alimenta

Paloma Amorim

O Marmitex não trata de uma oficina de interação de dois ou mais músicos que estiverem reunidos para a produção de som. O Marmitex tem como objetivo a produção de sons, possibilitada pela interação em tempo e espaço de músicos de ordens diversas, das vertentes populares, eruditas, de coração, de precisão, de boteco ou churrascaria, amantes das vibrações das ondas sonoras, do silêncio e afins. A proposta é que esses seres tenham um momento de relacionamento sonoro, instrumental e emocional. Um mediador iniciará a produção musical, criando um espaço aconchegante para que os outros presentes se insiram nela aos poucos.


37) Pintura corporal indígena

Raí Pereira dos Santos, Tanielson Rodrigues e Hauni Tupinambá Monteiro

A oficina de pintura corporal indígena já é executada em diversos eventos na Universidade de Brasília por estudantes indígenas que estudam na mesma. A oficina tem como objetivo principal a troca de saberes e culturas indígenas através dos significados de cada pintura, como também através de um diálogo informal entre os integrantes da oficina. A oficina terá um momento introdutório que abrangerá de forma resumida a luta dos povos indígenas, quem somos e características das etnias representadas pelos oficiantes. Os alunos aprenderão a preparar a tinta, bem como a forma que ela é extraída da natureza. Os alunos também terão oportunidade de exercer a pintura um no outro durante a oficina.


38) Reciclagem artística: inspirações e experimentações

Mateus Guimarães (GIRA – Grupo de Intervenção e Reciclagem Ambiental)

A oficina pretende estimular reflexões sobre a relevância cada vez mais iminente da reciclagem artística e instigar a descoberta de suas infinitas possibilidades. No 1º dia será traçado um breve panorama histórico sobre a arte da ressignificar objetos, pontuando nomes como Marcel Duchamp, Cildo Meireles e Vik Muniz. No 2° dia, além de aprender técnicas básicas de reciclagem, os participantes terão a oportunidade de realizar intervenções no campus. O GIRA é um projeto de Extensão articulado no Núcleo da Agenda Ambiental e convida os interessados para a formação de um grupo permanente de pesquisa em métodos e tecnologias de reciclagem artística, além de atuação em intervenções urbanas, performances, interações e experimentações estéticas.


39) Força tarefa – grafite

Leonardo Fernandes de Miranda

Introdução à arte do grafite. Inicialmente esta oficina irá procurar identificar o estilo de desenho de seus participantes, para poder trabalhar os traços de cada um, buscando familiarizá-los com este estilo de arte. Os inscritos serão apresentados aos materiais a serem utilizados e depois produzirão um material próprio de acordo com o que apreenderam e com seus referenciais criativos individuais.

Leonardo Fernandes (Dj Leo Zulu) é militante da cultura Hip-Hop desde 1997, ano em que iniciou seus trabalhos com discotecagem. Ele faz parte de um grupo de dj’s de Brasília; o Firma de Scratch. Leonardo também é produtor musical e tem ministrado oficinas de Discotecagem e Grafite em parceria com a associação Atitude Jovem, da qual faz parte. Ele é membro da FT.Crew (Força Tarefa Crew), que é um grupo de grafiteiros do Distrito Federal.


40) Discotecagem

Leonardo Fernandes de Miranda

Será feita uma introdução à discotecagem que partirá do conhecimento dos equipamentos utilizados e culminará numa reflexão sobre a performance do Disc Joker. Entre esses dois extremos haverá um estudo teórico/prático sobre técnicas de mixagem e de Scratch.

Leonardo Fernandes (Dj Leo Zulu) é militante da cultura Hip-Hop desde 1997, ano em que iniciou seus trabalhos com discotecagem. Ele faz parte de um grupo de dj’s de Brasília; o Firma de Scratch. Leonardo também é produtor musical e tem ministrado oficinas de Discotecagem e Grafite em parceria com a associação Atitude Jovem, da qual faz parte. Ele é membro da FT.Crew (Força Tarefa Crew), que é um grupo de grafiteiros do Distrito Federal.


41) Ritmos populares

Marcelo Pereira

Será feito um trabalho sobre a expressividade corporal dos participantes a partir dos movimentos inerentes aos ritmos populares brasileiros. O trabalho se dará especialmente sobre o Frevo, mas partirá e abrangerá ritmos como o caboclinho e o maracatu. É a partir dos movimentos inerentes a estes ritmos que se dará a exploração e descoberta das particularidades da expressão corporal de cada indivíduo.

Marcelo trabalha na área de dança desde 2005, tendo experiência com danças populares e clássicas. É integrante da Orquestra Popular MaraFreBoi e ministra oficinas de Frevo, Caboclinho e Maracatu em parceria da associação Menino de Ceilândia, da qual é membro.


42) A performance como composição urbana

Corpos Informáticos

Primeiramente os participantes irão estudar os conceitos relacionados à perfomance que são adotados pelo Corpos Informáticos; conceitos estes elaborados pela coordenadora do grupo Bia Medeiros. Após um exercício de composição os inscritos desenvolverão suas propostas de performance e explorarão ambientes urbanos diversos com o trabalho realizado, buscando sempre refletir sobre essa experiência de maneira a enxergar a performance também como compositora e ponto de diálogo dessa realidade urbanística.

O Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos, do qual sou coordenadora, formado na Universidade de Brasília em 1992, tem como uma de suas linhas de pesquisa a reflexão sobre a presença das novas tecnologias no mundo atual e as modificações que estas implicam na ecologia simbólica do indivíduo. É no seio de um trabalho em grupo, ou melhor, nos diversos seios de um grupo, de um trabalho translinguístico e pluri-assinado que a arte é possível.

Enquanto grupo, o Corpos Informáticos tem como centro Brasília, atualmente com membros estendidos de Campinas (SP) à Philadelphia (USA), e pesquisa desejando o longe do equilíbrio, inúmeras interações, bifurcações da evolução, não-linearidade. Fotografias, instalações, performances, vídeo-performances, trabalhos nas redes de comunicação, vídeos-arte, em ações pronóicas (em oposição às paranóicas), em co-autorias promíscuas evolui a pesquisa. (Bia Medeiros)


43) Maratona de projeto: esplanada sustentável

Claudia Amorim, Caio Frederico e Marta Romero

Maratona de projeto por uma Esplanada Sustentável. Conceituação e aplicação em projeto de práticas bioclimáticas com o objetivo de tornar a Esplanada dos Ministérios de Brasília um local mais sustentável.


44) Produção de exposições: perfil, possibilidades e divagações profissionais.

Carolina Barmell

Apresentar experiência de produção de exposições em Brasília nos últimos dois anos, debater sobre o perfil do profissional, formas de inserção, e ampliação no mercado de trabalho.


45) Cadernagem

Camillo Righini

Produção de caderno customizado, costurado artesanalmente com tiras na lombada, com papéis especiais e com capa rígida. A oficina abrange a criação e customização da capa de cada caderno. Materiais tradicionais e alternativos de pintura e desenho serão usados no trabalho.


46) Feito à mão: design gráfico manual

Luiz Fernando Las Casas

Oficina de cartazes desenvolvidos manualmente, visando potencializar a percepção visual e as habilidades projetuais dos estudantes de design, arte, comunicação e arquitetura. Importante para desenvolver outro lado perceptual do desenhista, além das próprias habilidades manuais.


47) Oficina básica de violão

Hugo Leonardo Ribeiro

Apresentação dos elementos básicos para a execução do violão através da prática em conjunto para iniciantes. Técnica de mão direita e mão esquerda. Introdução às diversas formas de notação para o violão. Prática de acompanhamento e solo.

Hugo Ribeiro é doutor em música com graduação em Composição Musical, ambos pela UFBA. Guitarrista há cerca de vinte anos, já tocou em diversos grupos musicais e diversos estilos, incluindo do Pop ao Rock, do Axé ao Forró. Atualmente é professor do Departamento de Música da UnB, onde leciona disciplinas teóricas (harmonia, contraponto, história) e guitarra.


48) GOLDEN GRIDS | Introdução à proporção áurea

Victor Guerra

A oficina tem por finalidade demonstrar que a proporção áurea é mais que uma razão numérica. Procura demonstrar que o conceito de proporção harmônica se aplica no design e na vida e comprovar que ela aparece na natureza e nas criações humanas. Além disso a oficina busca fornecer ferramentas teóricas e técnicas para criar usando a proporção áurea.

Victor Guerra é designer gráfico e filósofo. Formado em design gráfico na UnB desde 2005, já empreendeu alguns projetos, entre eles o Feijão Bola Oito, que fazia camisetas e rodava pelos NDesigns e feiras pelo Brasil. Fez o Curso Abril de Jornalismo em 2007 e no mesmo ano trabalhou na revista Nova Escola. Trabalhou também em estúdios e agências e desde 2008 possui um estúdio de editorial e identidade visual chamado Estúdio Nous. Além disso, é professor de design gráfico pela UnB, Fortium e no projeto Golden Grids.


49) A improvisação na prática da produção fotográfica

Rafael Kohlrausch Facundo e Juliana Lovato da Silva (Facundo Fotografia)

A essência de compartilhar conhecimentos será mantida em toda oficina, por ter um aspecto bem participativo, com estudantes de diversos cursos. A proposta visa incentivar as pessoas a trabalharem em grupo, além de demonstrar com exemplo prático a possibilidade de uma produção colaborativa, afinal, os próprios participantes levarão objetos de cena, figurinos, entre outros. Um objetivo será sugerido aos participantes e, juntamente com os oficiantes, será desenvolvida uma abordagem e decidido um layout, que será realizado na segunda etapa, com a execução de um ensaio na prática. Várias referências serão utilizadas nas áreas de publicidade, moda, teatro, cinema, entre outros.

Rafael Facundo é Graduando do curso de Audio-Visual na Universidade de Brasília e graduado em Publicidade e Propaganda pelo IESB. Fez um curso de fotografia profissionalizante com 6 meses de duração no Fotoclube. Participou ainda de variados cursos e workshops relativos à área.

Juliana Lovato é graduanda do curso de Desenho Industrial na Universidade de Brasília. Possui diversos workshops e cursos na área de Fotografia, além de um curso especializante de 01 ano no Instituto Europeu de Design – IED, Milão, Itália.


50) Introdução à permacultura

Alexandre Benso de Lima Tavolucci

A permacultura é uma ciência/filosofia de vida criada em meados da década de 70, pelos australianos Bill Molisson e David Holmgren. Sua ética e seus princípios buscam o retorno ao respeito, e ao viver harmonioso com seu ambiente, ecossistema. Na atualidade, a sustentabilidade vem sendo focada em todos os aspectos produtivos humanos e a permacultura contempla ou busca se aprofundar em questões fundamentais para a construção da sociedade/ cultura permanente podendo se tornar um dos caminhos por onde a humanidade se guie num futuro próximo. A oficina de Introdução à permacultura tem como objeto apresentar os conceitos sobre Ética da permacultura e alguns elementos importantes para se iniciar um design em algum assentamento humano, bem como a visitação de um sítio permacultural para que os estudantes tenham contato com a vivência prática de um permacultor.

Alexandre Benso de Lima Tavolucci é biólogo formado em bacharel na UnB em 2006 e licenciado em 2008, agora está no primeiro semestre de arquitetura. Permacultor desde 2003 é sócio fundador do IPOEMA- Instituto de permacultura, organização, ecovilas e meio ambiente, onde atuou até 2009 trabalhando em projetos para órgãos do GDF e possui um sítio, Kilombo Leões do Cerrado, no Altiplano Leste, onde vive e prática a permacultura desde 2005.


51) Blocos de terra compactada - BTCs

Márcio Albuquerque Buson

O objetivo da oficina é conhecer e aplicar alguns dos processos e técnicas para execução de elementos construtivos com Blocos de Terra Compactada – BTCs. Serão apresentados os processos para fabricação e controle de qualidade dos BTCs, bem como serão realizadas atividades práticas com a execução de bancos e forno de pizza na Praça da FAU. As paredes serão assentadas tanto com cola quanto com argamassa.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (1985-1990), Mestre em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (1996-1998), Doutor em Tecnologia da Construção pela Universidade de Brasília com estágio de doutorado na Universidade de Aveiro, Portugal (2006-2009). Professor da Área de Construção do Departamento de Tecnologia em Arquitetura e Urbanismo da FAU/UnB. Desenvolve pesquisas e trabalhos com a Arquitetura de Terra, Sistemas Construtivos Sustentáveis, Bioconstrução e Bioarquitetura. Atua principalmente nos seguintes temas: construção, arquitetura, sustentabilidade e projeto arquitetônico.


52) Perspectiva

Eliel Américo Santana

A oficina busca sensibilizar os participantes para as possibilidades criadas pelo desenho em perspectiva. Haverá uma apresentação sobre a evolução da perspectiva na história das artes e sua influência. Em seguida serão feitos exercícios de desenho em perspectiva.

Arquiteto pela Universidade Federal do Pará - UFPA, 1990. Especialista em Urbanismo pela UFPA, 1992. Mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, 2000. Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB desde 1998. Atualmente está em licença para realização de doutorado.


53) Corpos Transformativos

Devanir Rodrigues de Oliveira

A oficina pretende trabalhar o corpo e suas possibilidades de discussão sobre questões voltadas a intolerância social. A idéia é utilizar o espaço teatral como instrumento de reflexão sobre temas deixados à margem em nossa sociedade, como homofobia, racismo, machismo, misoginia, entre outros.

Graduado em Educação Artística com Habilitação em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, moderador da Rede TransArte, que tem por objetivo a troca de experiência de artistas e pesquisadores sobre arte transviada, e membro da equipe de produção da Diretoria de Esporte, Arte e Cultura da Universidade de Brasília. Tem interesse pela pesquisa das visualidades trans, visto que concluiu seu curso de graduação focado nessa linha de pesquisa no uso do Teatro dos Corpos Transviados, a qual pretende continuar. Também é coordenador o projeto TransArte, aprovado pela UnB para realização do I Encontro TransArte em novembro de 2011.



Centros Acadêmicos de Artes Cênicas, Comunicação Social, Desenho Industrial, Arquitetura e Urbanismo, Musica e Artes Visuais da UnB. fale@otodoemaisqueeu.com.br